O óleo que tem contaminado as praias do Nordeste brasileiro já afetou mais de 300 localidades em mais de 100 municípios dos nove estados da região, numa extensão de mais de 2,5 mil quilômetros, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Os primeiros registros desse que tem sido apontado como o maior desastre ambiental do país foram feitos no dia 30 de agosto

Até agora, mais de 4,5 mil toneladas do resíduo foram retiradas das praias num esforço coletivo de ONGs de proteção ambiental, comunidades e da Marinha brasileira. Ágeis na tentativa de evitar um dano maior à natureza, muitas pessoas que ajudam na limpeza das praias não estão se cuidando contra uma possível contaminação.

Segundo André Reis, doutor em Desenvolvimento e Meio Ambiente e professor do Unipê, as reações químicas do óleo com a água do mar ou com o corpo humano ainda precisam de pesquisas. “Para saber os efeitos de longo prazo é necessário finalizar as análises de caracterização e conhecer os riscos de sua exposição, como câncer ou contágio biológico”, esclarece. “Em caso de contato com o corpo humano, a ação mínima é a remoção com água e produtos de limpeza para o corpo”, acrescenta.

Para evitar o contato direto com a substância, é essencial o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como máscara, luvas de PVC de cano longo, botas impermeáveis, macacão de borracha, além de carrinhos de mão para armazenar o material e pá de inox ou plástico. “São as condições mínimas para realizar o trabalho com o menor risco de contato”, pontua Reis, indicando que os EPIs podem ser diferentes a depender da localidade.

O material coletado tem uma destinação correta feito por empresas. Uma alternativa seria a incineração e o tratamento dos resíduos da queima, como as cinzas e o vapor. “Mas, mais uma vez, sem saber com certeza a correta composição química da substância, é arriscado tomar qualquer atitude nesse sentido. Por exemplo, se houver traços de elementos radioativos ou biológicos, a incineração pode ajudar a conter ou espalhar outros fatores de contaminação”, informa.

Além da contaminação ambiental e da degradação causada pela substância ainda desconhecida, o professor considera que o litoral brasileiro está vulnerável a ameaças externas e sem ações preventivas de monitoramento. “O que está sendo feito pelos voluntários é louvável, mas precisamos levar em consideração as causas da contaminação das praias e dos ambientes costeiros em si”, avalia.

 

Fonte: Portal Correio

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Quando os três colegas de redação foram acionados para reativar as mídias sociais do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do Distrito Federal, ele ainda não havia “nascido”. Algumas ideias foram lançadas, outras executadas, mas faltava ali algo – ou alguém – capaz de inovar e atrair o público jovem com sátira e humor, sem deixar de lado as informações que envolvem o processo de coleta seletiva do Governo do Distrito Federal (GDF), tema muito importante para esta gestão.

Não demorou muito até que Recicléverton, um super-herói às avessas, fosse criado e inovasse a comunicação no órgão de limpeza da cidade (veja mais no vídeo abaixo).

No SLUFlix, A Saga de Recicléverton conta a história de um homem com super poderes que tenta, a todo custo, salvar o meio ambiente e encontrar soluções que conscientizem a população sobre os cuidados na destinação do lixo em Brasília. Com humor e sem medo do ridículo, ele sai por aí vestido de colete e chapéu laranjas – cor dos uniformes da empresa – em episódios que têm o Parque da Cidade ou o Lago Paranoá como alguns dos cenários das suas desventuras.

Dos temas abordados, não ficam de fora a nova coleta seletiva que cobre 100% do Distrito Federal, como separar recicláveis de orgânicos, os dias alternados de passagem dos caminhões de coleta e, principalmente, a consciência ambiental – que muitas vezes é derrotada pela preguiça que temos em nós. E como todo herói que se preze tem um vilão a enfrentar, é ela, a Preguiça, a grande inimiga nas sagas de Recicléverton.

Quando os três colegas de redação foram acionados para reativar as mídias sociais SLU e criaram o personagem Recicléverton

Produção
Ator, músico e videomaker com formação em cinema, Jonathan Silva faz o papel de Recicléverton. É ele também quem escreve os roteiros. Junto estão os colegas de assessoria Luiza Barboza, estudante de Comunicação Organizacional e Layo Stambassi, aluno do curso de audiovisual, ambos o apoiam na produção seja por trás ou na frente das câmeras – entre outros papéis, Layo é quem dá vida à Preguiça.

Com baixo custo e poucos recursos, tudo é feito de forma caseira e quase amadora, sem tirar a seriedade e o comprometimento do primeiro plano.

“Queria um super-herói jocoso, com falhas e sem egocentrismo”, revela Jonathan, que lembra o estilo Afonso Brazza (famoso cineasta de Brasília) de fazer cinema, com baixo orçamento e atores e voluntários nos seus casting de filmagem. Drama, terror, suspense, musical e muita comédia são os gêneros que pincelam a produção da SLU no Facebook, Instagram e Youtube.

Temporadas

A Saga de Recicléverton já está no final da primeira temporada e prestes a completar 12 episódios no ar. Há também viodeclipes com músicas autorais. A divulgação acontece todas as quartas-feiras e alterna no calendário de produções da Assessoria de Comunicação do SLU com stories no Instagram, posts informativos e memes.

Um deles, inclusive, alcançou mais de 1,5 mil compartilhamentos ao tratar da mistura de recicláveis com orgânicos e rejeitos – condenada pelo herói da coleta seletiva.

A segunda temporada já está sendo escrita e deve começar a ser filmada nas próximas semanas. Os três R da consciência ambiental – reduzir (o consumo de embalagens), reutilizar (a embalagens adquiridas) e reciclar (o que já não tem mais utilidade) – serão tema principal da saga que vem por aí.

O objetivo do grupo de produtores é um só: que a mensagem seja captada e que o trabalho de conscientização seja atingido. “A forma que apresentamos não anula a mensagem”, resume o idealizador do personagem.

Fonte: Agência Brasilia

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O mundo está passando por profundas transformações sociais e culturais fruto da chegada das novas tecnologias. No Brasil 87% da população está conectada a internet de acordo com o IBGE, e destes 48% possuem alguma rede social com atuação constante.

Em um cenário que não para de mudar é fundamental que profissionais e gestores de diversas áreas estejam atentos a forma como gerir talentos em um mundo cada vez mais digital. Pensando nesta revolução, a ABRH – MA (Associação Brasileira de Recursos Humanos) no Maranhão promove agora em novembro o XI Congresso Maranhenses de RH com o tema “Convergindo Pessoas e Negócios no Mundo Digital”. O evento tem como proposta central discutir com o mercado as mudanças socioculturais trazidas pela transformação digital e como estas podem impactar os diversos negócios no mercado.

O congresso este ano recebe nomes importantes da área de recursos humanos com atuação no eixo nacional para refletir práticas de gestão associadas a tecnologia, cultura organizacional, employee value proposition, legislação trabalhista, performance e produtividade, entre outros assuntos relevantes para o futuro das organizações.

Segundo Edilson Lira, Presidente da ABRH-MA, este é um evento que mostra a importância da tecnologia da gestão com pessoas.

“Estamos trazendo um time gabaritado de dirigentes e gestores brasileiros que estão utilizando todo potencial da tecnologia para gerar os melhores resultados na condução de estratégias, práticas e talentos nas empresas. Não é possível hoje pensar em gestão sem a utilização de tecnologia”, sinalizou Edilson.

De acordo com Fernando Coelho, Diretor de Presença Digital da ABRH-MA, a gestão com pessoas é um processo estratégico e, portanto, deve incluir tecnologia em sua pauta.

“Quando falamos de gestão em um mundo em plena transformação digital, é fundamental pensar em três aspectos chaves – pessoas no centro da ação, processos para toda a organização e tecnologia para otimizar os resultados. O COMARH este ano vai discutir justamente esse equilíbrio e mindset.

O evento terá início do dia 21 de novembro, as 12h com o credenciamento dos participantes e em seguida contará com uma palestra magna de abertura proferida por Paula Salomão, diretora da empresa nacional Accenture, que é líder global de práticas de organizações ágeis  do copability network. Paula Salomão abordará em sua fala a convergência de pessoas e negócios no mundo digital.

No mesmo dia, também passará pelo palco do IX COMARH o diretor da MAC, consultoria especializada em diversidade, Guilherme Bara, que falará sobre a construção de uma cultura inclusiva para atrair os melhores talentos.

Está confirmado também nomes como Robert Wong, Chariman da Robert Wong Consultoria e o Juiz do Trabalho Paulo Fernandes que abordarão tema como proposta de valor para atração de talentos e nova legislação, respectivamente.

O segundo dia do evento contará além das palestras principais, com uma série de workshops sobre recrutamento e seleção, people analytics e produtividade.

O evento será encerrado no dia 22/11 com a condução do prêmios Ser Humano da ABRH-MA, que é um reconhecimento da associação as melhores práticas de recursos humanos de empresas locais.

Fonte: O Maranhense

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Além de deixarem as ruas e avenidas mais bonitas, as plantas são fundamentais para auxiliar no resfriamento das cidades, por exemplo. Mas, cuidado: nem todas são adequadas para a jardinagem de cidades. Algumas, inclusive, até têm interações negativas com os gases emitidos pelos carros, como é o caso de uma das árvores mais amadas pelos alemães: o plátano. Cientistas procuram alternativas para deixar as cidades ambientalmente mais corretas e funcionais, como o uso de fachadas verdes.

As plantas são mesmo fascinantes – e surpreendentes! Um vegetal pequeno na superfície pode esconder raízes de dezenas de quilômetros. Um tipo de bambu comum na China e no Japão chega a crescer 1 metro e 21 centímetros por dia – e mesmo assim, não é o recordista de altura. E há uma flor tão grande que pode atingir três metros de altura. No próximo Futurando você confere estes e outros recordes do mundo vegetal.

Apesar de serem muito resistentes, as plantas sofrem com as mudanças climáticas. Com o aumento da temperatura do planeta e o ar cada vez mais poluído, cientistas veem como urgente o desenvolvimento de alternativas para que elas consigam suportar essas transformações, já que a adaptação ao meio ambiente será fundamental para manutenção da biodiversidade. Por isso, novas tecnologias vêm sendo estudas e testadas para ajudar nessa preservação, como o uso de drones para medir a altura das plantas e ressonância magnética para avaliar as condições de sementes e mudas.

E as mudanças climáticas afetam, também, as geleiras. Muitas delas podem simplesmente desaparecer até o fim do século. Para minimizar os prejuízos, pesquisadores já pensam em construir reservatórios com a água do degelo. Seria uma forma de evitar a redução drástica no volume de rios em tempos de seca e ainda que regiões de floresta sejam alagadas.

Plantas e geleiras, assim como tudo ao nosso redor, o que comemos, vestimos ou vemos, é formato por átomos. Mas você sabe exatamente o que é um átomo? Ele não pode ser visto a olho nu. Um fio de cabelo humano é cinco mil vezes maior que um grande átomo de carbono. O Futurando explica exatamente o que ele é!

E do microscópio para os radiotelescópios. Esses modernos equipamentos ajudam os cientistas a buscarem vida fora da Terra, em lugares longínquos da nossa galáxia. Mas, afinal, extraterrestres existem? O programa também traz essa resposta!

O programa

Futurando traz novidades sobre ciência, meio ambiente e tecnologia e é produzido todas as semanas pela redação brasileira da Deutsche Welle, em Bonn, na Alemanha.

O programa é exibido, no Brasil, pelo Canal Futura às terças-feiras, às 22h30 com reprise às quartas 16h30, quintas, sábados e segundas; pela Rede Minas aos sábados, às 14h30, com reprise às sextas-feiras, às 13h30; pela TV Brasil todas as terças, às 21h45, com reprise às quintas, às 3h15; pela TV Cultura as segundas-feiras às 19h15; pela TV Câmara Tupã todos os sábados às 18h, com reprise às terças-feiras, às 19h40 e pela TV Climatempo aos sábados às 9h30, com reprise às terças e aos domingos. Você também pode ver vídeos do programa no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Futurando é transmitido ainda em Moçambique pela Rede Tim, aos sábados, às 14h30.

 

Fonte: DW

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Fortaleza, 15 de setembro de 2019. Era 10h30 quando um prédio residencial de sete andares desabou no bairro Dionísio Torres, área nobre da capital cearense. Inúmeras vítimas, nove mortos. O caso acendeu uma luz de alerta: qual a causa da queda do edifício?

“Houve irresponsabilidade por parte do administrador do condomínio. Todo edifício precisa passar por uma inspeção predial para que possa ser detectado possíveis anomalias e assim realizar os trabalhos de correções e prevenções”, afirmou Norberto Germano, engenheiro civil, de segurança do trabalho e perito judicial.

O imóvel estava passando por obras.  Infiltrações, corrosões e vazamento de gás. Os problemas que levam a um acidente em um condomínio são inúmeros e, às vezes, imperceptíveis. Por conta disso é muito importante que as edificações passem por inspeção periodicamente. “O condômino deve manter sob seu controle a gestão das reformas dentro e fora das unidades habitacionais”, frisou o engenheiro civil Flávio Henrique Brandão, da construtora SI América.

“Rotineiramente estamos vendo nas mídias muita imprudências, ora por falta de conhecimento de quem está executando, ora por pura negligência e imperícia”, continuou. Em 2014, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) implantou a NBR 16280 (Normas Brasileiras), que prevê as obrigações de condôminos e condomínios, como a apresentação de projetos executivos, memoriais e indicações de responsável técnico. Tais ações visam assegurar que as reformas sejam bem geridas por profissionais qualificados.

“Todas as normas visam assegurar a vida útil do prédio e o bem-estar de todos os residentes. Por isso, sempre reforçamos a necessidade da manutenção preventiva e de uma gestão efetiva”, contou Brandão. Ainda segundo ele, os problemas estruturais normalmente dão sinais como oxidação, trincas e afundamento, entre outros indícios. O engenheiro civil, de segurança do trabalho e perito judicial Norberto Germano, ainda alerta para outra questão: reformas dentro das unidades.

“Toda modificação que o morador quiser fazer precisa obrigatoriamente ser avisada ao síndico e é necessária a contratação de um engenheiro, que será o responsável por analisar as obras, os procedimentos que serão adotados, além de emitir uma ART (Ano tação de Responsabilidade Técnica). Esse processo garante que as modificações serão feitas dentro dos parâmetros e procedimentos exigidos, não interferindo nos aspectos estruturais e de segurança”, informou o engenheiro.

“Vale ressaltar que a escolha dos profissionais certos e qualificados para as prestações de serviços, mesmo que por um custo um pouco mais elevado, garante que os serviços sejam executados corretamente”, disse Germano

Fonte: O Vale

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Há quase três décadas discute-se uma lei para disciplinar a terceirização de serviços no país. Já foram apresentados vários projetos que acabaram não sendo aprovados ou, se o foram numa casa legislativa, não vingaram na outra. Um deles, direcionado para serviços de limpeza, chegou a ser aprovado pela Câmara e o Senado, mas terminou vetado pelo presidente da República.

Hoje é consenso entre as confederações patronais, centrais sindicais, Justiça do Trabalho, Ministério Público, governo e Tribunal de Contas que a terceirização de serviços precisa de um marco regulatório o mais urgente possível. Mas ao longo de todos esses anos as partes envolvidas discutem ideias que, antes de contemplar as reais necessidades do Brasil, buscam favorecer seus interesses. É preciso deixar de lado uma expressão da sabedoria popular que diz: “Farinha pouca, meu pirão primeiro”.

A terceirização existe no Brasil desde o início do século 20 e há, inclusive, informação de que na época do Império foi terceirizada a limpeza pública no Rio de Janeiro, por decisão do imperador. Na década de 1950, as montadoras começaram a utilizar largamente essa prática, que acabou se estendendo para a administração pública a partir do Decreto-Lei nº 200, de fevereiro de 1967, que determinou a preferência pela contratação de terceiros para a execução de várias atividades dos órgãos públicos. Isso, além de já há bastante tempo haver no país uma semelhança com os Estados Unidos e outras nações desenvolvidas, de o Estado formar parceria, transferindo para terceiros a prestação de serviços sociais à população, com lei específica para essa relação jurídica.

Atualmente, mais de 8,2 milhões de brasileiros são terceirizados. Os maiores especialistas em administração afirmam que a prática é a principal ferramenta de gestão da administração moderna. Todavia, enunciado do Tribunal Superior do Trabalho, editado em 1993, é a regra legal que norteia a atividade no Brasil, impondo restrições. Ao legítimo sucesso no mercado, contrapõe-se a ausência de um regulamento para que a atividade seja desenvolvida e cresça, oferecendo segurança jurídica para todos os envolvidos.

Um contrato de terceirização é assinado entre as partes e o pagamento da fatura mensal fica condicionado à boa prestação dos serviços e à exigência de comprovação de quitação de todas as obrigações trabalhistas, previdenciárias e tributárias por parte do contratante.

Se tudo estiver de acordo, o contratante liquida a fatura; caso contrário, glosa o crédito até a regularização da pendência. Essa é a forma recomendada por instrução normativa do Ministério do Planejamento e assim são, na maioria das vezes, as contratações por órgãos públicos nos dias de hoje. Simples, objetivo e funcional.

Todos os trabalhadores terceirizados são 100% formais. Não há clandestinidade. O que existe é terceirização malfeita. Quando presenciamos um escândalo envolvendo a prática, quase que invariavelmente é porque o contratante não tomou o cuidado de aferir a exequibilidade da proposta quando da contratação da prestação dos serviços — se ela contempla todos os custos de execução — ou “pagou sem conferir”.

A plenitude na formalidade da terceirização afasta o discurso populista de proteção ao trabalhador. Não cabe, pois essa prática é elementar desde que a terceirização foi instituída no Brasil. Também é desnecessário criar mecanismos de responsabilidade para a contratante, porque a opção é definida na contratação da empresa terceirizada, a saber: se contratar mal, vai pagar duas, três, dez vezes. Aliás, mais de 90% dos litígios envolvendo má contratação de empresas está no poder público, em face de uma falsa obrigatoriedade de contratar pelo “menor preço”.

Com a evolução das relações do trabalho e a crescente necessidade de inovação, resta claro que o próprio mercado regulará as atividades passíveis de terceirização. Aos operadores da Lei de Terceirização caberá vigiar as legítimas garantias e direitos trabalhistas dos terceirizados, independentemente da função que estejam desempenhando.

O Projeto de Lei nº 4.302/98 está pronto para ser votado. Se há discordância, vamos construir um entendimento, como fizemos na Comissão do Trabalho da Câmara, e pautarmos a votação pelo que for melhor para todos, na esperança de mais empregos para os brasileiros.

Laércio Oliveira

Deputado Federal (PR-SE), Vice-Presidente da CNC e Vice-Presidente Institucional da FEBRAC

FonteSeac – RJ

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Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de manter a limpeza em lugares públicos para a preservação do meio ambiente, o Seac-RJ promoveu, neste sábado, dia 16, a 10ª Ação Nacional Febrac – Limpeza Ambiental no Divo Quiosque, na Praia do Leme, no Rio de Janeiro. Realizada em diversos estados, a ação é uma iniciativa da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços de Limpeza e Conservação (Febrac) em conjunto com os Sindicatos associados.

No Rio, o Seac-RJ foi pelo segundo ano consecutivo o patrocinador oficial do Clean Up the World, que chegou a sua 15ª edição e mobilizou mais de 1800 participantes em todo o estado. Durante o dia, foram retiradas pelo menos quatro toneladas de lixo de mais de 20 lugares, desde a orla das Praias de Copacabana e Ipanema, até Paquetá e Guaratiba.

NossaPraiaÉALimpeza

O presidente do Seac-RJ, Ricardo Garcia, que participa do Congresso da WFBSC, em Berlim, lembrou da importância da dedicação dos empresários à realização da ação já há uma década.

“O nosso país está em processo de completa mudança e cabe aos empresários participar ativamente de todas as iniciativas que venham a provocar a reflexão da sociedade em torno de temas tão importantes quanto a sustentabilidade e preservação ambiental. Como uma entidade representativa, o Seac-RJ sempre busca apoiar ações voltadas para conscientizar a população sobre o meio ambiente. Qualidade de vida é uma condição que depende de cada cidadão”, observou o presidente.

Representando o presidente do Seac-RJ, a diretora social do Sindicato, Salete Calaça, conduziu a organização da ação no Rio.

“Chegamos ao décimo ano consecutivo da Ação Nacional com muito orgulho. Como empresários que atuam no setor de asseio e conservação, temos satisfação em criar ações de educação da sociedade a respeito do descarte correto do lixo. Ainda vemos no Rio pessoas jogando o lixo na areia da praia e, chegando o verão, nada mais importante do que conscientizarmos as pessoas sobre os prejuízos ao meio ambiente e a nós mesmos quando o lixo retorna para a natureza. E hoje também foi um dia especial, porque representei o nosso presidente, que sempre apoia e participa de todo o evento“, afirmou Salete.

Para a Prefeitura do Rio de Janeiro, o papel do Sindicato é preponderante na mobilização da sociedade para que a cidade possa avançar nos cuidados com o meio ambiente.

“É fundamental a participação das empresas porque é um conjunto de forças necessárias para criar a conscientização de que o lixo que nós produzimos deve ter uma destinação. Todos nós estamos envolvidos com esse grande evento que tem uma didática maior de conscientização da população. É disso que a gente precisa. Parabéns ao Sindicato”, disse o subsecretário de Meio Ambiente, Justino Carvalho.

ATO DE CIDADANIA RECEBE MAIS DE CEM CURRÍCULOS

Além de promover a limpeza ambiental, a 10ª Ação Nacional Febrac também atua na inclusão social de deficientes físicos no mercado de trabalho. As empresas associadas ao Seac-RJ ofereceram no Ato de Cidadania um total de três mil vagas para pessoas com deficiência física em todo o estado.

A iniciativa foi realizada pela segunda vez e trouxe resultados muito positivos. Foram recebidos mais de cem currículos tanto de candidatos que compareceram pessoalmente no evento em Copacabana, quanto dos que enviaram por e-mail.

“Ficamos muito felizes neste ano com o resultado do Ato de Cidadania. Foi surpreendente vermos que a quantidade de candidatos aumentou muito de um ano para o outro. É um sinal de que devemos cada vez mais promover este tipo de divulgação”, avaliou Salete Calaça.

Para as pessoas com deficiência que estão em busca de emprego, a iniciativa é uma nova esperança, como revela o candidato Jaguarassy Correia, de 54 anos, que levou seu currículo pessoalmente para a diretoria do Seac-RJ na ação.

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“É muito bom termos essa oportunidade. Eu sofri um acidente muito novo e perdi um dos dedos da mão. A gente passa por muito preconceito e, às vezes, até um apelido deixa a gente deprimido, achando que não tem capacidade. Essa ação nos traz até mais esperança no país”, disse.

Os currículos recebidos serão direcionados para as empresas associadas ao Seac-RJ, com o objetivo de ajudar também essas empresas a cumprir a Lei de Cotas. Candidatos interessados poderão ainda enviar currículo para o e-mail seacrj@seac-rj.com.br.

A iniciativa do Seac-RJ de oferecer as três mil vagas de emprego para pessoas com deficiência em todo o estado foi destaque na mídia.

Assista a entrevista no G1.

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De acordo com alguns dos principais analistas em relações de trabalho, a terceirização é um dos caminhos para combater o desemprego e a informalidade, uma vez que permite especializar o trabalhador, contribuindo para sua recolocação no mercado. Para esses especialistas, a crise econômica acentuou uma tendência que já se manifestava: as relações entre empresas e trabalhadores estão mudando de maneira rápida e irreversível. Com o segmento da terceirização no foco das suas atenções há décadas, Genival Beserra enxerga, na atual crise, oportunidades para novas conquistas dos trabalhadores terceirizados. Leia, a seguir, algumas de suas idéias sobre o assunto.

• Como o senhor analisa as previsões sobre as mudanças nas relações de trabalho?

Genival Beserra – Vejo de uma forma positiva, mesmo porque, bem antes, nós já prevíamos que a terceirização seria uma das modalidades de trabalho mais relevantes no futuro. E agora, diante da crise, isso se confirma com as previsões de vários especialistas nacionais e internacionais. A terceirização é hoje, um dos setores que mais emprega. Com isso, é nossa obrigação, como dirigentes sindicais, lutar para que esses trabalhadores conquistem mais benefícios, melhores salários e melhor qualificação, pois os terceirizados estão se tornando cada vez mais especializados. Esse é o momento propício para lutar por uma lei que, de fato, ampare estes trabalhadores. Temos hoje sérios problemas, pois as regras atuais estão ultrapassadas em relação à realidade e o Judiciário acaba ficando sem base para decidir muitos processos trabalhistas. Para solucionar este problema, é urgente que se aprove uma legislação adequada, até mesmo para haver tranquilidade maior tanto por parte da classe trabalhadora como da empresarial.

• Mas não há o risco de precarização das relações de trabalho?

Genival Beserra – Não. Ao contrário. Esse é o momento para lutar por uma lei que, de fato, ampare estes trabalhadores. O que precariza o trabalho é a falta de uma legislação que, por exemplo, estabeleça a Responsabilidade Solidária entre as empresas prestadoras de serviços e as empresas tomadoras. O Projeto de Lei 4.302/98, que está no Congresso, prevê isto e, quando aprovado, vai garantir que empresas prestadoras de serviços que não são sérias sejam afastadas do mercado.

• A qualificação profissional torna o trabalhador mais competitivo. De que forma o sindicato está contribuindo com isso?

Genival Beserra – A qualificação é sempre muito importante e o sindicato tem contribuído oferecendo cursos de informática, portaria e recepção, idiomas, entre outros, para trabalhadores que não precisam, necessariamente, ser filiados à entidade. O porteiro de hoje, por exemplo, não é o mesmo de dez anos atrás. Hoje ele precisa entender um pouco de informática para dominar instrumentos de trabalho como sistemas eletrônicos e câmeras. A qualificação vai se tornar ainda mais importante no momento pós-crise, pois a nova ordem econômica vai exigir uma mão de obra mais especializada. A nossa preocupação é preparar esse pessoal para o futuro, para que eles possam se manter no emprego, além de dar oportunidade para quem está fora do mercado de trabalho e precisa se atualizar.

• Em sua opinião, qual a importância da terceirização para a economia?

Genival Beserra – A terceirização é um segmento fundamental para a economia. Eu diria que este é um dos setores que mais pagam impostos, além de ser um dos que mais emprega. Ocorre que muita gente confunde terceirização com informalidade, o que não é verdade. O trabalhador deste segmento tem todos os direitos que qualquer trabalhador de outro setor. Tem direito a férias, aposentadoria, fundo de garantia, entre outros. O que há de diferente são alguns benefícios, mas o sindicato já oferece vários deles. A informalidade, hoje, não contribui em nada com a economia. Só vejo uma saída para isso: quando a economia aquecer, e se o trabalhador estiver qualificado, acabarão surgindo boas oportunidades de emprego formal para essas pessoas que se prepararam em cursos como, por exemplo, os que o nosso sindicato oferece.

Fonte: Sindeepres.org

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Empresa japonesa cria sistema compacto de reciclagem a seco, sem utilização de água, e que cria 14 novas folhas de papel num minuto.

A empresa japonesa Epson criou aquele que indica ser o primeiro sistema compacto de reciclagem de papel, num formato que cabe na maioria dos escritórios e que produz folhas a partir de papel usado que depois são usadas na impressão de novos documentos.

Segundo a apresentação da Epson, a impressora PaperLab faz a reciclagem através de um processo a seco, com uma pequena quantidade de água utilizada para manter um certo nível de humidade dentro do sistema, e com capacidade para reciclar o tradicional papel de fotocópia tamanho A4 e A3 depois de usado.

Destinada a “dar um novo valor ao papel e a estimular a reciclagem”, encurtando o processo de recolha do papel usado, entrega num centro de reciclagem, venda em loja e chegada ao escritório, a PaperLab pretende ainda ser uma forma segura de destruir documentos importantes sem empresas intermediárias envolvidas.

A impressora/máquina de reciclagem reduz o papel usado a fibras de papel, destruindo por completo a informação neste inscrita. Depois dos restos de papel serem inseridos na máquina, o processo de criação da primeira nova folha leva três minutos. Contas feitas pela Epson revelam que o sistema consegue produzir 14 folhas A4 por minuto, o que totaliza 6720 durante um período de oito horas.

Além do formato A4, a PaperLab consegue produzir o tamanho A3, cartões-de-visita, papel com várias espessuras, densidade, várias cores ou perfumado.

Em termos ambientais, a Epson sublinha que o equipamento funciona sem o uso de água, procedendo à reciclagem através de um processo a seco, e dada a redução da necessidade de comprar papel os utilizadores ajudam a reduzir a emissão de dióxido de carbono.

A PaperLab vai ser apresentada ao público na conferência Eco-Products 2015, que decorre na próxima semana, entre 10 e 12 de Dezembro, estando previsto que comece a ser comercializada no Japão já em 2016.

Fonte: Publico Tecnologia

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Nossa homenagem a esse colaborador que tanto trabalha, muitas vezes sem nenhum reconhecimento

Neste dia de comemoração ordinária, prestamos contas com nossos sinceros agradecimentos, fazemos previsões e projeções de um futuro melhor, sem esquecer de falar dos outros assuntos que tanto o qualificam. Parabéns Síndico!

As homenagens geralmente são feitas no dia da comemoração, mas quando se trata de uma pessoa que se dedica diariamente a garantir o bem estar de inúmeras famílias e comunidades, muitas vezes sem qualquer remuneração, temos que cumprimentá-lo todos os dias.

Solucionar conflitos, providenciar reparos, fazer contato com repartições publicas, conferir contas, controlar empregados e outras tantas obrigações, são tarefas habituais do dia a dia do Síndico, tornando esse trabalho muito complexo e desgastante. Apesar de tantas obrigações, há ainda muitos condomínios onde os síndicos não recebem nenhuma remuneração, tendo que se contentar apenas com mera isenção de pagamento da cota condominial, como se esse valor fosse compensar toda a responsabilidade e os custos empregados nesse trabalho.

O que muitos não entendem, é que, além da enorme carga de responsabilidade que a função atribui, na verdade o Síndico ainda “paga para trabalhar”, pois é privado do tempo que poderia estar com a família, perde noites de sono para resolver situações de emergência, abdica de viagens longas para não ser taxado de ausente e ainda é obrigado a aguentar aqueles moradores que chegam do trabalho dispostos a reclamar de alguma coisa, afinal, quem paga o condomínio tem direito de reclamar, não é verdade?

Por essas e muitas outras situações em que o Sindico se depara no dia a dia, sempre com muita disposição e alegria para tratar das questões ou conflitos, como um verdadeiro guerreiro nesta batalha que nunca termina, parabenizamos este grande colaborador pelo seu excelente empenho e luta no exercício da função.

Parabéns SÍNDICO pelos 365 dias de dedicação à frente do seu condomínio, e obrigado por nos dar a honra de merecer a sua confiança e poder ajudá-lo nessa tarefa tão importante!

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